Aluno: ELIETE ALVES PIRES DE CASTRO Grupo:
07
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Pólo/ Cidade: TRÊS RIOS 2° ANO EM
Tutor: Elaine Santiago
Campos
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Tarefa 1: Roteiro de Atividades Original 2° CICLO/4° B (versão
revisada)
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Texto Gerador I
- Seminário
No
Seminário Humor, Indivíduo e Sociedade, realizado na PUC-Rio em agosto de 2009
e promovido pela Globo Universidade em parceria com o Departamento de
Psicologia da PUC-Rio, participaram nomes representativos do humor carioca,
tanto entre os seus "militantes" quanto entre os que teorizam a
respeito. As duas mesas do evento foram compostas pelos humoristas Mauricio
Sherman (diretor), Claudio Manoel (ator e autor/Casseta), Pedro Cardoso (ator),
Michel Melamed (autor/ator), Mario Marcio Bandarra (diretor), Bruno Mazzeo
(autor/ator), Ney Latorraca (ator) e Claudio Paiva (autor/chargista).
Representando os teóricos, Bernardo Jablonski (moderador) e os psicanalistas
Daniel Kupermann e Joel Birman.
Abaixo, transcrevemos, a título de ilustração,
alguns dos depoimentos que julgamos mais significativos com relação ao que foi
proferido durante o seminário por parte de alguns de seus participantes. (Bernardo Jablonski)
BERNARDO JABLONSKI: Para abrir o presente evento,
escolhemos uma frase de Charles Chaplin: "o humor nos permite ver o
irracional através do racional. Reforça nosso instinto de conservação e
preserva nossa saúde mental. Graças ao humor, as dificuldades da vida se tornam
mais leves. E mais, o humor desenvolve nosso senso de medida e nos revela o
absurdo que nos rodeia, tantas vezes travestido de pretensa gravidade".
MICHEL MELAMED: Eu vim pensando nos tipos de humor em que eu me
vejo inserido eventualmente... e no final de tudo percebi que o humor surge
muito da inadequação... Por exemplo, eu estava vindo para cá atrasado e me
vendo numa série de situações de humor... porque eu estava atrasado, me olhei
no espelho e meu cabelo estava ruim; e eu estava no elevador e tinha um pouco
de gel... aí resolvi passar gel, mas eu nunca tinha usado gel, daí que usei a
quantidade errada... e aí eu disse "danou-se", porque agora não dá
mais para tirar. E isso tudo me fez refletir que existem vários tipos de humor:
existe o humor físico, o humor de texto, o humor de situações, de improviso...
e na verdade o humor de improviso está até ligado um pouco com isso. Grande
parte dessas situações surgem deste sentimento de estar inadequado... de alguma
coisa que não está encaixando, de não estar no momento certo... Acho que isso é
um sentimento perpétuo, como agora. E sem dúvida o humor parte da transgressão
da expectativa, da desestabilização.
PEDRO CARDOSO: Eu penso que toda palavra coloca uma questão a
respeito dela mesma. Quando o título me foi transmitido, a palavra psicologia
imediatamente se colocou pra mim, porque eu não sei o que é exatamente
psicologia. E passei então a pensar vagamente... então digamos que psicologia é
aquilo que a gente reconhece como sendo os nossos processos que resultam nas
nossas ações, entre aquilo que a gente chama de razão, emoção, de sensações e
como é que isso tudo se relaciona dentro de nós. [...] o ponto é: se o humor é
como se tem dito aqui, um acesso ao nosso inconsciente, se o humor é uma
irrupção de um conteúdo inconsciente do qual a gente não tem conhecimento até
aquele momento... digamos então que estaremos sempre rindo, e é isso o humor,
resultante da imperfeição do nosso funcionamento.
Então
quando a nossa psicologia falha isso produz em nós misteriosamente uma sensação
do cômico. Mas agora vou dizer uma coisa que está muito na contramão da ideia
vigente a respeito de humor, e até da ideia que talvez tenha inspirado todo
este encontro.
Rapidamente
vou contar uma breve história que eu vivi, e que foi uma lição de vida pra mim,
em que esta distinção ficou nítida, ainda que de forma bem sutil. Eu fazia um
espetáculo em que em determinado momento o personagem perguntava para a plateia
– era um personagem muito erudito que estava falando em várias línguas, e num
determinado momento eu continuava o espetáculo falando só em português e
perguntava: "temos aqui alguém de outros países?". Como se passava no
Brasil, obviamente, só tinha brasileiros. Então ele sempre concluía dizendo
"ah, só tem brasileiros!". Porém neste dia havia um rapaz que
levantou lá de trás, com muita gentileza, e falou: "eu sou de
Honduras!". E foi uma coisa extremamente gentil que o rapaz fez. Você
imagina, o teatro é uma opressão enorme sobre a plateia, o ator ali no palco...
e ele falou "eu sou de Honduras!". E eu, do palco, retruquei:
"não, eu falei país!". E todo mundo riu, assim como riram aqui. Bem,
o Brasil tem um certo sentimento de superioridade em relação aos outros países
da America Latina por causa da força da economia, por causa do tamanho. Então a
piada tinha vários espelhos de compreensão, um deles era esse. Aquela piada foi
eficiente, todo mundo deu esta gargalhada que deram aqui. No entanto, ela
deixou um resto de incômodo, porque eu havia constrangido aquele homem, um
homem que tão gentilmente tinha se reportado a mim e eu fiz uma piada e
coloquei ele numa situação ridícula perante quinhentas pessoas, porque todo
mundo riu dele. Não era de mim ou do que eu estivesse falando. E aquilo deixou
no espetáculo um pequeno incômodo... E o espetáculo seguiu, depois de dez
minutos acabou, mas o aplauso final não foi tão vibrante quanto em outras
ocasiões. Não foi vibrante porque aquela piada não era elucidativa para a peça,
ela era uma mera confirmação da imobilidade do meu preconceito em relação
àquele rapaz, ela não moveu o pensamento em nenhum sentido. Neste sentido esse
tipo de piada, embora possa ser eficiente, ela não conduz à saúde. Aí fiquei me
perguntando: como algo que é eficiente, ou seja, que produz a gargalhada, pode
ainda assim não conduzir à saúde? E ainda assim, empiricamente, me ocorreu
responder que aqueles que riem de algo que não os está transformando estão
rindo apenas da mesmice que visa confirmar a sua ignorância a respeito de si
mesmos. Aqueles que estão rindo de algo que os está transformando, ainda que
seja um processo inconsciente, estão rindo de uma forma que será libertadora lá
na frente.
E
de que maneira o riso é provocado? E aí é o final do que eu tinha a dizer. Acho
que o riso é provocado em função da vontade, é um ato da razão, não é um ato
inconsciente, da determinação. É porque eu quero provocar um bom momento que eu
o provoco e é porque eu não quero provocar um bom momento que eu não o provoco.
Então quando os brancos senhores dos escravos ou eventualmente até nós quando
rimos de alguns aspectos do Presidente ou de qualquer coisa, enfim, dependendo
do que nós verdadeiramente queremos, ou seja, dependendo do afeto, nós vamos
obter uma piada que seja libertadora ou uma piada que seja meramente
aprisionadora, da prisão na qual nós já estamos.
Atividades
de Leitura:
1.
O texto gerador I é transcrição da fala de dois atores humoristas num
Seminário de Psicologia Clínica- PUC –
RIO sobre Humor, Indivíduo e Sociedade. Leia atentamente a fala de Pedro Cardoso e
identifique o subtema escolhido por ele.
Habilidade
trabalhada – Diferenciar tema de título e tema de subtema.
Resposta Comentada – A partir do tema que perpassa
as falas envolvendo o humor e a saúde mental, discutida pela Psicologia
Clínica, Pedro Cardoso escolhe explanar sobre o humor preconceituoso que, longe
de fazer bem, provoca uma cadeia de mal-estar, exclusão e marginalização das
pessoas que são o alvo das piadas.
2.
Pedo Cardoso utiliza um episódio ocorrido em sua carreira para provocar na
plateia uma reflexão acerca do tipo de piada que provoca o riso, mas não conduz
à saúde porque não gera transformação nem no indivíduo, nem na sociedade, ou
seja, o humor preconceituoso em vez de libertar, encarcera o povo na
ignorância. Identifique o argumento que gerou essa contra-argumentação
apresentada pelo humorista.
Habilidade trabalhada –
Reconhecer a importância dos argumentos para a defesa e consistência dos pontos
de vista defendidos.
Resposta comentada
– Na fala de Michel Melamed, encontramos
uma enumeração dos tipos de humor“...existem vários tipos de humor: existe o
humor físico, o humor de texto, o humor de situações, de improviso... e na
verdade o humor de improviso está até ligado um pouco com isso. (...) E sem
dúvida o humor parte da transgressão da expectativa, da desestabilização.”
Michel defende a ideia de que o humor surge da inadequação e que é um ato
inconsciente, involuntário. Pedro Cardoso: “vou dizer uma coisa que está muito
na contramão da ideia vigente a respeito de humor”, sensibilizando a plateia
com um fato concreto e constrangedor, vivido por ele: “o ponto é: se o humor é
como se tem dito aqui, um acesso ao nosso inconsciente, se o humor é uma
irrupção de um conteúdo inconsciente do qual a gente não tem conhecimento até
aquele momento... digamos então que estaremos sempre rindo, e é isso o humor,
resultante da imperfeição do nosso funcionamento.” E conclui: “Acho que o riso
é provocado em função da vontade, é um ato da razão, não é um ato inconsciente,
da determinação.” “...dependendo do que nós verdadeiramente queremos, ou seja,
dependendo do afeto, nós vamos obter uma piada que seja libertadora ou uma
piada que seja meramente aprisionadora, da prisão na qual nós já estamos.”
Atividade
de Uso da Língua
3.
Observe o seguinte trecho da fala de um dos humoristas “... porque eu estava atrasado,
me olhei no espelho e meu cabelo estava ruim; e eu estava no elevador e tinha
um pouco de gel... aí resolvi passar gel, mas eu nunca tinha usado gel, daí que
usei a quantidade errada... e aí eu disse "danou-se", porque agora
não dá mais para tirar.”
Como
você faria a reescritura do trecho acima, eliminando as marcas da oralidade
para transformá-lo um texto mais objetivo e claro?
Habilidade
trabalhada – Empregar adequadamente a linguagem e os fatores de textualidade
como clareza e objetividade.
Resposta comentada
– Comente com os
alunos as características do gênero seminário, a exposição se faz num nível
formal, mas caracteriza uma conversação em que o expositor fala para uma
plateia. Em evidência é comum que o texto fique carregado de marcadores orais.
O trecho poderá ser reescrito da seguinte forma:... porque eu estava atrasado,
olhei-me no espelho e constatei que meu cabelo estava desarrumado. Eu estava no
elevador e trazia comigo um pouco de gel, resolvi passá-lo, embora nunca o
tenha usado... daí, utilizei a quantidade errada. Então, eu disse: “danou-se”,
porque já não seria possível tirá-lo. Incentive os alunos a buscarem outras
formas de reescritura.
Texto Gerador II
– Debate Regrado
O
texto gerador II é a transcrição de parte do debate realizado pela TV Globo com
os candidatos à Prefeito de São Paulo: José Serra e Fernando Haddad, na noite de
sexta-feira, 26/10/2012.
O trecho selecionado faz parte do primeiro bloco, terceira pergunta (com
resposta, réplica e tréplica).
Mediador
César Tralli: Boa noite. São 23h03, nós falamos
ao vivo dos estúdios da TV Globo, no bairro do Brooklin aqui em São Paulo, zona
sul da capital. Começa agora o último debate entre os candidatos a prefeito de
São Paulo. Uma oportunidade para você conhecer melhor as propostas de quem
pretende administrar a nossa cidade pelos próximos quatro anos. (...)
(Em
seguida, são apresentadas as regras para o debate)
Terceira
Pergunta
Fernando
Haddad: Hoje as manchetes
dos jornais dão conta de algo que a população já sente na pele, um aumento
brutal da criminalidade. O número de assassinatos na cidade de São Paulo em
setembro foi de 144, o dobro de setembro do ano passado. Eu queria saber se
você como prefeito, governador, se sente responsável de alguma maneira por isso
ou se os seus sucessores têm alguma responsabilidade e o que pretende fazer
pela segurança?
José Serra:
O que eu devo dizer pela segurança é o seguinte, como prefeito eu vou da
batalha, vou ser um prefeito ativista para ajudar o Governo do Estado na tarefa
da segurança. Primeiro, vamos contratar mais PMs na operação delegada, mais
quatro mil PMs nas ruas.
Segundo,
vamos multiplicar ainda mais as câmeras de segurança por toda a cidade, que eu
comecei quando prefeito, que comecei quando governador. Nós vamos se aliar ao
Governo do Estado nessa operação, que é uma operação fundamental para a
segurança da cidade.
Terceiro,
nós vamos cuidar também de melhorar a iluminação. Eu quero dizer aqui, César,
dentro de um ano, nós teremos a cidade totalmente bem iluminada. Nas ruas que
não tiverem luz ou na melhoria da qualidade das luzes.
Quarto
ponto: Guarda Civil metropolitana. Nós vamos reforçar a guarda, inclusive com
mais efetivos. Pondo gente de fora para fazer as funções burocráticas,
contratando gente de fora para liberar o guarda civil que já é treinado para o
trabalho na rua, vai ser um trabalho de cooperação o tempo inteiro. Porque
segurança não tem partido, nós temos que cooperar, temos que trabalhar para
trazer paz para a nossa Cidade.
Fernando Haddad: Bom, o candidato não respondeu a que atribui a
escalada da violência no último ano. Dobrou o número de assassinatos na cidade
de São Paulo. 144 mortes apenas em setembro. Se é possível iluminar a cidade em
um ano, tiveram oito para fazer! Não fizeram nada! A cidade está mal iluminada.
A
guarda civil e a operação delegada estão restritas ao combate ao comércio
ambulante, inclusive combate ao comércio ambulante regular, pessoas com
deficiência foram reprimidas, tanto pela guarda civil como pela operação
delegada. Nós não, nós vamos investir na polícia comunitária, vamos reorientar
e investir em programas sociais para a juventude que está abandonada na cidade
de São Paulo.
José Serra:
Como se vê a respeito de segurança é mais fácil criticar do que propor, porque
efetivamente Fernando Haddad não propôs nada, mas nós propusemos e vamos levar
à prática. Tem outra questão, a do crack. O crack está por trás da aceleração
dos crimes. Se faz pouco no Brasil pelo combate ao contrabando de armas e de
drogas, mas eu não vou ficar brigando com o Governo Federal.
Junto
com o governo do Estado nós vamos atrair o governo federal para que o governo
federal se envolva no combate ao contrabando e ao tráfico, que são
prerrogativas dele, dentro da cidade de São Paulo e no resto do país. Com isso,
nós vamos juntar forças para melhorar a condição de segurança.
Atividade de Leitura
4. Conforme
sorteio previamente combinado, nesta terceira pergunta Haddad questiona Serra. Identifique o tema abordado por ele em sua
pergunta.
Habilidade trabalhada: Diferenciar
tema de título e tema de sub-tema.
Resposta comentada:
Haddad propõe a
discussão sobre Segurança Pública e o problema da violência partindo de um dado
estatístico concreto: o dobro de assassinatos ocorridos na cidade no mês de
setembro em comparação com o ano anterior. Esse é o tema da questão. Na
verdade, Haddad pretende encurralar Serra, apresentando logo em seguida outros
dados para comprovar sub-temas inerentes à questão: medidas preventivas não
adotadas por ele e seus sucessores, desmobilização para enfrentar problemas
reais de violência urbana por parte da guarda...
Atividades
de Uso da Língua
5.
Haddad na réplica argumenta que Serra não respondeu à pergunta feita. Que tipo
de contra-argumento utilizou para contestar o adversário?
Habilidade
trabalhada: Diferenciar os tipos de argumentos: tese, argumento e
contra-argumento.
Resposta comentada: Em sua réplica contra-argumenta
com Serra, interpelando-o por não ter respondido seu questionamento e apresentando novas
provas concretas que, sob seu ponto de vista são a causa da escalada da
violência no último ano: a falta de iluminação pública, a inoperância da guarda
civil na manutenção da Segurança Pública. Seria interessante reforçar com os
alunos os tipos de argumentos que poderão ser apresentados também como
contra-argumentos, no caso de Haddad com o intuito de persuadir o eleitor a
compreender que os dados estatísticos provam a tese sugerida na pergunta: de
que a violência cresceu por negligência de Serra e seus sucessores.
6.
Tendo sua resposta desqualificada pelo adversário na réplica, o que Serra busca
reconstruir na tréplica? Que argumentos você teria utilizado para responder a
pergunta de Haddad?
Habilidade
trabalhada: Utilizar os procedimentos de reformulação e refutação para
construção da argumentação.
Resposta comentada:
Em debates
políticos que antecedem eleições, os candidatos estão mais interessados em
prometer “saídas” para convencer o eleitor e atacar as propostas dos
adversários. Assim fez Haddad, assim fez Serra. Na tréplica, Serra levanta o
problema do Crack (tráfico) e do contrabando de armas que são responsabilidade
do governo federal (partidário de Haddad). O aluno deverá ser orientado a
reformular a resposta à pergunta argumentando que não existe um culpado, e que
procurar culpados não resolve o problema; existem esferas de governo e
compromissos de cada um que devem ser implementados para que a violência seja
controlada principalmente numa cidade como São Paulo com 40 milhões de habitantes,
com abertura para o mundo (aeroportos, portos, vias rodoviárias e ferroviárias)
que facilita o tráfico e o contrabando de armas, e com isso o aumento da
criminalidade. Deveria apresentar estatísticas que mostram que São Paulo
oferece emprego e por isso abriga imigrantes internos e externos. O professor
pode levar o aluno ao laboratório de informática e pesquisar sobre a cidade de
São Paulo para melhor organizar os argumentos.
Atividade
de produção de texto
7.
Após ter estudado o Pré-modernismo, o Seminário e o Debate Regrado, em grupos
de quatro alunos, vocês deverão preparar um seminário para discutir as questões
propostas pelos autores pré-modernistas: Graça Aranha, Monteiro Lobato, Lima
Barreto e Euclides da Cunha.
O
tema: Conflitos sociais nos autores pré-modernistas.
a)
Características
próprias de cada autor;
b)
Obras
mais relevantes de cada autor no período pré-modernista;
c)
Breve
resumo da obra lida pelo grupo com análise do estilo do autor;
d)
Trabalhos
artísticos e produtos culturais inspirados por essas obras - intertextualidade;
e)
Aspectos
socioculturais brasileiros presentes nas obras;
f)
Relevância
e/ou atualidade das obras.
Habilidade
Trabalhada: pesquisar sobre autores e obras do período pré-modernista e
preparar um seminário/debate regrado para apresentação, utilizando recursos midiáticos
e infográficos, citação de fontes e tempo para questionamentos do público.
Comentário: Orientar os alunos para uma ampla
pesquisa sobre o período literário, cada autor específico (sortear um por
grupo) e sua obra. Enfatizar que, num seminário o que mais pontua é a
apresentação. O trabalho deverá conter uma parte escrita - com capa,
introdução, dados específicos do autor, resumo da obra, contexto histórico e
conclusão da equipe que deverá ser entregue ao professor para acompanhamento e
avaliação. Ao término das apresentações, a equipe
deverá propor assuntos relevantes retratados na obra, ainda presentes na
realidade atual, para que a classe participe debatendo-os, pois é uma forma de
envolver toda a turma no trabalho desenvolvido por cada equipe. Sendo assim,
teremos sempre uma equipe de mediadores e três equipes de debatedores. O
professor fará interferências sempre que necessário.
Justificativa: Os textos geradores escolhidos
para organização deste Roteiro se devem à fácil compreensão da linguagem (Humor
I) e atualidade das questões levantadas (debate político, assunto – violência
em São Paulo). Ambos são de interesse dos alunos.
Bibliografia:
CEREJA, William Roberto e MAGALHÃES, Thereza Cochar –
Texto e Interação – Capítulo IV – Expondo e Persuadindo – neste capítulo os
autores abordam o debate orientado.
Idem, Literatura Brasileira – no capítulo 25, unidade 3,
os autores abordam os gêneros seminário e debate.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652010000100013 – acessado em
15/11/2012 – transcrição do seminário sobre Humor I
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1176189-leia-a-transcricao-do-debate-da-tv-globo-entre-candidatos-a-prefeito-de-sp.shtml
acesso em 15/11/2012
- transcrição do debate entre candidatos a prefeito de São Paulo, organizado
pela TV Globo.
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